domingo, 10 de outubro de 2010

4º FÓRUM: AS CULTURAS NACIONAIS COMO COMUNIDADES IMAGINADAS

Para Stuart Hall as identidades nacionais não são coisas com as quais nascemos, mas que acabam por ser formadas e transformadas no interior da representação.O autor acrescenta ainda que a nação não se limita a ser apenas uma entidade política, podendo ser também fonte produtora de sentidos, que ele designa como sistema cultural. Considerando que os indivíduos não são apenas cidadãos ou cidadãs que pertencem legalmente a uma nação. Elas participam também de idéia de nação tal como é representada na sua cultura nacional.Uma cultura nacional é um discurso,um modo de construir sentidos que influencia e organiza tanto nossas ações quanto a concepção que temos de nós mesmos. As culturas nacionais constroem,identidades. Esses sentidos estão contidos nas histórias que são contadas sobre a nação, memórias que conectam seu presente com seu passado e imagens que dela são construídas.Não importa quão diferentes seus membros possam ser em termos de classe, gênero ou raça, uma cultura nacional busca unifica-los numa identidade cultural, para representá-los todos como pertencendo à mesma e grande família nacional.


Grupo LetradosFSLF:Evelyn,Juarez,Janete,Nátalia e Ingryd.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Nascimento e morte do Sujeito Moderno

O texto trata das mudanças identitárias, culturais do sujeito e suas formas de pensamento, sendo que as formas que moldaram o modernismo trouxeram á tona o sujeito individualista que já existia, porém não eram aptos as mudanças.

Segundo Raymond Williams a história moderna do sujeito individual reúne dois significados. “O sujeito Indivisível” que é uma entidade unificada no seu próprio interior, entidade distintivo única.
Essa nova concepção foi influenciada por importantes movimentos, dentre eles: A Reforma. O Protestantismo que libertaram a consciência individual das instituições religiosas da Igreja e o Humanismo Renascentista que colocou o homem no centro do universo.


Postado pelo Grupo: Minorias Sexuais

Alex Correia Santos
Jaqueline Tavares de Mendonça
Michelainy Maria Campos Santos
Suelma de Lima Ramos
Olhar diferente urgente se faz
Lançar a semente
Na seda do oriente voar
Rever outras culturas
Brindar todas as misturas
Urgente se faz
Cantar pela Paz
Cantar pela Paz
Abraçar toda essa gente
Do Acre ao Azerbaijão
Um canto zulu
um tango argentino
Um xote, um baião
Na fé que irmana
Cítara indiana
Na carta cigana
Versos do Alcorão
É como lê o meu coração
É como lê o meu coração

Um cocar do Xingu
um mantra do Tibet
Bombo leguero, um mambo,
um chamamé
Um sopro de flauta andina
A África menina há de ouvir
E outros tantos cânticos
Que América Latina parir
Na fé que irmana
Cítara indiana
Na carta cigana
Versos do Alcorão
É como lê o meu coração
É como lê o meu coração

Letra da música Olhar Diferente (Zé Alexandre – Luciano Delarth)

Não deixem de ler a letra dessa música. As diferenças existem. É através delas que crescemos que temos o que contribuir e receber. O melhor de sermos diferentes é que nos torna especial. Respeite o outro com suas diferenças porque você também é diferente e quer também ser respeitado.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CULTURAS NACIONAIS ( 3 POSTAGEM)


No mundo moderno, as culturas nacionais em que nascemos se constituem em uma das principais fontes de identidade cultural. Ao nos definirmos, algumas vezes dizemos que somos ingleses ou galeses ou indianos ou jamaicanos. Obviamente, ao fazer isso estamos falando de forma metafórica. Essas identidades não estão literalmente impressas em nossos genes. Entretanto, nós efetivamente pensamos nelas como se fossem parte de nossa natureza essencial.
Nós só sabemos o que significa ser “inglês" devido ao modo como a "inglesidade" (Englishness) veio a ser representada - como um conjunto de significados - pela cultura nacional inglesa. Segue-se que a nação não é apenas uma entidade política mas algo que produz sentidos - ­um sistema de representação cultural. As pessoas não são apenas cidadãos/ãs legais de uma nação; elas participam da idéia da nação tal como representada em sua cultura nacional. Uma nação é uma comunidade simbólica e é isso que explica seu "poder para gerar um sentimento de identidade e lealdade" (Schwarz, 1986, p.106).
Grupo amjif5: Marta, Ydiane e Flavia.

2º Fórum - A Identidade em Questão

Declínio e ascensão, eis as palavras com as quais Hall forja a mola mestra da discussão acerca da formação da identidade no capítulo estudado. Refletindo sobre a concepção do sujeito centrado, unificado, dotado de razão já no seu nascimento; passando pela concepção do sujeito sociológico no qual a essência era formada pela relação com a complexidade do mundo e com as pessoas importantes para aquele sujeito e chegando ao sujeito pós-moderno, sem identidade fixa, essencial ou permanente, um verdadeiro camaleão identitário, adaptando-se ao momento no qual está inserido, conseguimos concluir que este constante declínio e ascensão identitários tornou-se a gênese de uma diversidade de identidades que se contradizem, são opostas, porém conseguem formar um único sujeito que se utiliza de cada uma destas facetas identitárias de forma coerente, utilizando-se da livre escolha para decidir até quando há um real casamento com aquela identidade. Eis que surge na pós-modernidade um sujeito que encontra-se num constante processo de incluir-se, excluir-se, reincluir-se num determinado contexto que o leva a uma mudança de identificação identitária que nunca acabará, e que o autor designou como descontinuidade.
Hall finaliza o capítulo exemplificando muito bem que apesar de haver este constante movimento identitário por parte do sujeito pós-moderno, a raça, a etnia, a religião ou qualquer outro fator social, político, psicológico figuram apenas como elementos que fazem parte deste jogo complexo chamado jogo de identidades, não podendo jamais ser tomado como um elemento determinante e único da identificação identitária por parte do sujeito.



Grupo Identidades Culturais: Identidade Cultural dos Portadores de Deficiência Auditiva.

Almiro Rodrigues
Laydiane Ribeiro
Tereza Cristina
Viviane Almeida
Wellington Amaral

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A identidade em questão: concepções e o caráter da mudança na modernidade tardia

Discutir a identidade cultural de um indivíduo é questionar em qual “época”, sociedade e circunstância que o sujeito está inserido, e como ele administra as transformações que estão ocorrendo ao seu redor. Portanto, o indivíduo não tem sua própria identidade definida, conforme as mudanças internas e externas que sofre ele se identifica naquela identidade e se restringe da sua próprias essência. Como reflete Hall, é o que se nota a cada progressão de tempo na existência como sujeito humano.

O sujeito do iluminismo era fundamentado num sujeito egoísta, a sua razão era única, a sua identidade era o seu “eu”. O sujeito sociológico parte da reflexão do seu “eu” sujeito com o intercâmbio do “eu” do outro (sociedade). Nesse diálogo interior e exterior se projeta uma nova identidade. Partes se juntam unificando identidades culturais de diversas identidades. Esse modelo de identidade unificada se finda com as mudanças estruturais e institucionais. Com isso se produz um sujeito pós-moderno o qual é um indivíduo “sem identidade”, o manifesto do seu “eu” é momentâneo, ou seja, a cada situação o sujeito assume um tipo de identidade diferente, ocasionando multiplicidade de “eu”.

Outro fator que afeta a identidade é o caráter da mudança na modernidade tardia, melhor dizendo, ao processo de mudança conhecido como “globalização” e seu impacto sobre a identidade cultural. O que corre com esse sujeito é o impacto do deslocamento de si mesmo. A reestruturação do seu pessoal e mais íntimo “eu” formando novas identidades a partir de um novo sujeito.

Toda essa pluralização de identidades decorre de consequências políticas advindas de movimentos sociais. A forma como o sujeito é descrito acarreta “jogo de identidades”, incide na transferência (cruzamento) da percepção de um sujeito pelo outro, causando contradições que se fundem, consequentemente, fornecendo subsídios para uma constituição de identidade politizada capaz de mobilizar e mudar os tabus de cada identidade.

Do ponto de vista de Hall, O que se deve compreender é que cada ser tem suas diferenças pessoais e culturais. A receptividade de um indivíduo pelo o outro pode causar ganhos e perdas de identificação, assim sendo, deve-se dar crédito a essas diferenças conscientizando que o sujeito da modernidade tardia é composto de diversas identidades resultante de um deslocamento conceituado de "globalização".

Acadêmicas: Mara Angélica, Ângela Cristina, Flávia Fonseca e Maria Kleidy