segunda-feira, 4 de outubro de 2010

III Fórum

Resposta do 3º fórum:Nascimento e morte do sujeito moderno

Neste capítulo é abordada a emergência do sujeito moderno como uma figura "centrada" nos discursos e práticas da modernidade e, posteriormente, o "descentramento" do sujeito no período que ele chama de modernidade tardia. As transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas. Antes se acreditava que esses eram divinamente estabelecidas, não estavam sujeitas, a mudanças fundamentais. Uma vez que o sujeito moderno emergiu num momento particular (seu nascimento) ele passa por diferentes circunstâncias que o fazem mudar sua “morte”. A época moderna fez surgir um novo indivíduo individual e com sua própria identidade.

Metamorfose Ambulante
Raul Seixas
Composição: Raul Seixas

Prefiro ser Essa metamorfose ambulante Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opiniãoFormada sobre tudoDo que ter aquela velha opiniãoFormada sobre tudo
Eu quero dizer Agora, o oposto do que eu disse antes Eu prefiro ser Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Sobre o que é o amor Sobre o que eu nem sei quem sou
Se hoje eu sou estrela Amanhã já se apagouSe hoje eu te odeio Amanhã lhe tenho amor
Lhe tenho amor Lhe tenho horror Lhe faço amor Eu sou um ator
É chato chegar A um objetivo num instante Eu quero viver Nessa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo Do que ter aquela velha opinião Formada sobre tudo
Sobre o que é o amor Sobre o que eu nem sei quem sou Se hoje eu sou estrela Amanhã já se apagou

Acadêmicas: Ana Claudia, Magda Cavalcante, Maria Ivete, Paulyne.

IV Fórum

Resposta do 4° fórum: As Culturas Nacionais Como Comunidades Imaginárias


Nesse mundo moderno, as culturas nacionais com que nascemos são uma das principais fontes de identidade cultural. Segundo Hall, as entidades nacionais não são coisas com as quais nascemos, mas que acabam de ser formadas e transformadas no interior da representação. O autor nos dá como exemplo o conceito de “Inglês”, afirmando que só percebem o que significa ser “Inglesidade” devido á forma como é representada através de significados pela cultura nacional Inglesa. O autor também nos acrescenta que a nação não é limitada por ser apenas uma entidade política, mais também fonte produtora de sentidos, designado por ele de sistema cultural. É considerado por Hall que os indivíduos não são apenas cidadãos ou cidadãs que pertencem legalmente a uma nação, participam também de idéia de nação tal como é representada na sua cultura nacional. Ele também define nação como uma comunidade simbólica, o que nos explica a sua capacidade para gerar um sentimento de identidade e lealdade. Hall nos mostra que as culturas nacionais são uma forma moderna em que a lealdade e a identificação que numa era pré-moderna eram dadas, á tribo, ao povo, á religião e á região foram transferidas gradualmente, nas sociedades ocidentais á cultura nacional. As diferenças regionais e étnicas foram sendo gradativamente colocadas de forma subordinadas sob o “teto político” do estado/ nação que o autor considera uma fonte poderosa de significados para as identidades culturais modernas. Sobre a formação de uma cultura nacional, Hall nos mostrar que contribuiu para criar padrões de alfabetização universal, padronizar uma única língua com o meio dominante de comunicação em toda a nação, criar uma cultura homogênea e manteve instituições culturais nacionais, como, por exemplo, o sistema educativo nacional. As culturas nacionais são compostas por instituições culturais e por símbolos e representações. Uma cultura nacional pode ser entendida como sinônimo de discurso, uma maneira de construir sentidos que influencia e organiza tanto as nossas nações como a concepção que temos de nós mesmos. As culturas nacionais, produzindo sentidos sobre a “nação”, isto é, sentidos com os quais nos podemos identificar, constroem identidades. Desta forma, nesses sentidos podemos encontrar as histórias que são contadas sobre a nação, nas memórias que são conectadas o presente com o passado e as imagens que delas são construídas. Então podemos concluir que nação é memória e é discurso quando se fala de como pode ser tratada uma narrativa de cultura nacional. Assim, podemos considerar a narrativa de nação que é o conjunto de tudo o que é contado nas histórias e nas literaturas nacionais e na cultura popular. Aqui está presente tudo o que nos dá sentido á nação: histórias, imagens, panoramas, cenários, eventos históricos, símbolos, rituais nacionais que são traduzidos nas experiências partilhadas, nas perdas, nos triunfos ou nos desastres que dão sentido á nação.
Acadêmicas: Ana Cláudia, Magda Cavalcante, Maria Ivete, Paulyne.

domingo, 3 de outubro de 2010

Resposta do 4º fórum

A formação de uma identidade cultural de um sujeito dar-se atráves de uma busca da identidade nacional. Esta busca resulta em um resgate das nossas origens tradicionais, do nosso contexto histórico e de nossas heranças culturais. Segundo o autor Gellner não nascemos com uma identidade nacional, esta é formada e transformada no interior de cada um, posto que uma nação é uma comunidade simbólica que gera um sentimento de identidade.
Esta formação de uma cultura nacional contribuiu para criar padrões de alfabetização, generalizar uma única língua a ser usada como meio dominante de comunicação em toda nação criando uma cultura homogênea.
Essas culturas nacionais constroem sentidos sobre a nação, portanto, constroem identidades que buscam os sentidos nas origens culturais, na tradição, nas histórias vividas e se não encontradas são inventadas e assim constroem uma “comunidade imaginada”. As culturas nacionais se equilibram entre o tradicional e o moderno, e é tentada a voltar no passado e restaurar as identidades passadas, além de mobilizar as pessoas, preparando-as para a modernização.
Segundo o autor Esnest Renan três coisas constituem o princípio de uma unidade de nação: a tradição, os objetivos em comum e a conservação da herança, enquanto que o autor Timothy Brennan relata que a palavra nação refere-se tanto ao moderno estado-nação quanto a algo mais antigo e nebuloso. No entanto, as identidades nacionais representam o resultado dessas duas convicções.
De acordo com Gellner, a identificação da unificação nas culturas nacionais é devido a cada sociedade ter uma mesma cultura. Enquanto que, para Ernest Rennan deve-se apagar as coisas ruins e só lembrar as conquistas, pois ser nação para ele está ligado aos mesmos objetivos, com princípio espiritual, de sentimentos bons,de desejos intensos comuns de viver em conjunto, com coragem, vontade e solidariedade.
Portanto uma forma de identificar as identidades nacionais é representá-las como a expressão da cultura de um único povo. Mas a herança de uma única etnia não existe nem no passado nem na modernidade. As nações modernas são miscigenadas na raça e na cultura o que as podem diferenciar é a forma de falar, o sotaque, as diferentes características físicas e corporais que diferenciam um grupo do outro.

Acadêmicas:Ana Regina; Cleyanne; Aline; Patrícia; Sheyla

Poeticidade do samba de coco

As culturas nacionais como comunidades imaginadas

As identidades são afetadas pelos processos de globalização, primeiro afetando o sujeito , depois a identidade nacional.

Se ao nascer ou viver por muito tempo em um determinado lugar desde cedo carregamos a carga de nacionalidade e seus costumes, em nos tornaremos com o passar do tempo se estamos cada vez mais expostos a influências diferentes de vários lugares, nos tornaremos outras pessoas?

Ou as mesmas pessoas, mas com um olhar diferente do mundo.

Segundo Stuart Hall, a identidade nacional é uma coisa com a qual nascemos expostos, e isso gera em nos o sentimento de nacionalidade. Define em nos o sentimento de ser “Inglês”, “Brasileiro” etc.um sentimento de lealdade.

Nosso sentimento político de Estado, de nação, nosso teto político. Nesse caso estado mantido em primeiro instante através da língua, primeira medida de união de uma nação ou povo.

Podemos atribuir também a esse sentido de nação e a sua grande força de atrair indivíduos em torno de um mesmo ideal, as historias ou estórias e, torno da qual essa nação e construída, varias vezes narram atos de heroísmo e particularidades de cada nação. Em torno de religião, política, de fatos do dia a dia. Tudo isso e compartilhado por toda uma comunidade.

Em torno desse “mito” de criação as pessoas se agrupam e formam verdadeiras barreiras de resistência ao que vem de fora, isso na maioria dos casos, na tentativa de proteger seu passado histórico seus ancestrais.

Mesmo que essas tradições sejam inventadas, e seus mitos inventados para justificar sua fundação, são respeitados e defendidos por seus descendentes.

Algumas vezes uma volta ao passado glorioso é um bom Tônico para reavivar a soberania nacional de um povo, manter seu orgulho em alta em torno de uma identidade cultura. Uma volta para seguir em frente.

A unificação da cultura nacional, e a chave para a reunião de indivíduos às vezes tão diferentes, em torno de um ideal, comum uma “grande família nacional”.

Temos que considerar os seguintes aspectos sobre cultura nacional .

Primeiro, os povos foram na sua maioria forçados a se juntar a principio por nações de poder bélico maiores.

Que conquistavam e anexavam aos seus impérios, nações menores e de culturas diferentes.

Segundo, dentro dessa primeira situação e abrandados os choques culturais, pela força ou pelo tempo absorvidos por esses povos. Existiam dentro das sociedades diferentes classes sociais. E mesmo entre classes há diferenças culturais.

Terceiro ao mesmo tempo em que os impérios anexavam povos de menor poder bélico e os influênciavam, sofriam também influências dos grandes centros, garças a grande quantidade de povos vivendo sob o mesmo império.

Porém, como já não há povo de etnia pura na Europa ocidental moderna, temos apenas nações modernas hibridas culturais, que cada vez mais doam e absorvem culturas.

A cultura nacional serve como fator de união de raças, etnias e crenças, dentro de uma mesma sociedade.

Grupo: Jairo, Roselia ,Marysandra, Camélia Menezes.

FSLF-ARACAJU-SE.

Resposta do III Fórum.

CAP. 3 – AS CULTURAS NACIONAIS COMO COMUNIDADES IMAGINADAS.
Vendo as mudanças conceptuais do indivíduo pós-moderno percebemos que as culturas nacionais em que nascemos se constituem em uma das principais fontes de identidade cultural. Essas identidades não estão literalmente impressas em nossos genes. Entretanto, nós efetivamente pensamos nelas como se fossem parte de nossa natureza essencial”.“As identidades nacionais não são coisas com as quais nós nascemos, mas são formadas e transformadas no interior ao longo do tempo no convívio com a sociedade. Uma nação é uma comunidade simbólica e é isso que explica seu poder para gerar um sentimento de identidade e lealdade”.“As culturas nacionais são compostas não apenas de instituições culturais, mas também de símbolos e representações, é um discurso, um modo de construir sentidos que influencia e organiza tanto nossas ações quanto a concepção que temos de nós mesmos”. Esses sentidos estão contidos nas histórias que são contadas sobre a ação, memórias que conectam seu presente com seu passado e imagens que dela são adquiridas e construidas.A história representa a experiência partilhada que dá sentido a nação.Como membros de tal comunidade imaginada, nos vemos, no olho de nossa mente, como compartilhando dessa narrativa. Ela dá significado e importância à nossa monótona existência, conectando nossas vidas cotidianas com um destino nacional que preenche a nos e continua existindo após nossa morte”.“Há a ênfase nas origens, na continuidade, na tradição e na intemporalidade.- A identidade nacional é também muitas vezes simbolicamente baseada na idéia de um povo puro, original. Discurso da cultura nacional.Esse mesmo retorno ao passado oculta uma luta para mobilizar as pessoas para que purifiquem suas fileiras, para que expulsem os outros que ameaçam sua identidade.- A cultura nacional é fonte de significados culturais, um foco de identificação e um sistema de representação.“Devemos ter em mente esses três conceitos, ressonantes daquilo que constitui uma cultura nacional como uma COMUNIDADE IMAGINADA: as memórias do passado; o desejo por viver em conjunto, a perpetuação da herança”.Analisando os parágrafos podemos ressaltar que a nação possui uma identidade cultural unificada, devemos ter em mente que as culturas nacionais contribuem para unificar a identidade cultural.

Nascimento e morte do sujeito moderno. Resposta do II Fórum.

Ao ler este capítulo é possível perceber que Stuart Hall fez um esboço da descrição feita por alguns teóricos contemporâneos em vários estágios e das principais mudanças na forma dos pensamentos e da identidade do sujeito noção do sujeito moderno. Abordando o sujeito moderno como uma figura "centrada" nos discursos e práticas da modernidade e, posteriormente, o "descentramento" do sujeito no período que ele chama de modernidade tardia.
Alguns movimentos importantes contribuíram para a concepção do sujeito da modernidade: a Reforma e o Protestantismo, que liberaram a consciência das instituições religiosas; o Humanismo Renascentista, que colocou o homem no centro do universo, as revoluções científicas, que conferiram o homem as capacidades de investigação e domínio da natureza e o Iluminismo, centrado na imagem do Homem Racional, científico e livre dos dogmas e da intolerância. Stuart Hall lembra que o filósofo francês René Descartes faz o sujeito moderno nascer em meio à dúvida metódica e o ceticismo. A partir daí, Descartes explica todo o restante do mundo material em termos mecânicos e matemáticos. O pensamento de Kant, Marx e de Adam Smith fez surgir uma concepção mais social de sujeito. Dois outros importantes eventos contribuíram nos fundamentos da concepção de sujeito moderno: os trabalhos darwinianos, onde o sujeito humano foi "biologizado". Outro foi o surgimento das novas ciências sociais. Descreve que: desde então; ocorreram cinco grandes eventos que contribuíram para o "descentramento" do sujeito. A primeira descentração refere-se às tradições do pensamento marxista. O segundo dos grandes "descentramentos" refere-se aos estudos de Freud e a descoberta do inconsciente. Para Freud, a identidade é algo formada ao longo do tempo, através de processos inconscientes. O terceiro descentramento refere-se à lingüística, aos trabalhos de Sausserre, para ele nós não somos, em nenhum sentido, os "autores" das afirmações que fazemos e dos significados que expressamos na língua, ou seja, ela é individual. O quarto descentramento refere-se aos trabalhos do filósofo Michel Foucault sobre a vigilância e a regulação do poder disciplinar, é o impacto do feminismo, partindo dos "novos movimentos sociais" que emergiram durante os anos 60. Em conclusão podemos perceber que o sujeito iluminista foi descentralizado ao longo do tempo, fragmentando assim o sujeito da pós-modernidade.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

III Fórum

No mundo moderno,as culturas nacionais em que nascemos se constituem em uma das principais fontes de identidade cultural. Ao nos definirmos, algumas vezes dizemos que somos ingleses, ou galeses, inbdianos ou jamaicanos. Obviamente ao fazer isso estamos faloando de forma metafórica. Essas identidades não estão literalmente impressas em nossos genes. Entretanto, nós efetivamente pensamos nelas como se fossem parte de nossa natureza essencial.

Alunos: Pedro Paulo, Marilene, Cláudia Cerqueira, Flávia e Iara .